17.1.05

graças à civilização

«De resto, que importa bendizer ou maldizer da vida? Afortunada ou dolorosa, fecunda ou vã, ela tem de ser vivida. Loucos aqueles que, para a atravessar, se embrulham desde logo em pesados véus de tristeza e desilusão, de sorte que na sua estrada tudo lhes seja negrume, não só as léguas realmente escuras, mas mesmo aquelas em que cintila um sol amável.»

Eça de Queirós

Não digo que Tormes seja o meu paraíso na terra, nem Jacinto o meu herói, mas que o Sr. José Maria não perde a razão, lá isso...

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